Vivo e CerradinhoBio levam 4G e IoT a área com potencial de cobertura de 1,4 milhão de hectares
Projeto prevê instalação de 14 torres para ampliar conectividade, automação e monitoramento das operações agrícolas e industriais da companhia
09.10.2026

A Cerradinho Bioenergia firmou uma parceria com a Vivo para ampliar a conectividade móvel em suas áreas produtivas no interior do país e avançar na digitalização das operações agrícolas e industriais.
O projeto prevê a implantação de 14 torres com tecnologias 4G, NB-IoT e LTE-M, com potencial de cobertura superior a 1,4 milhão de hectares.
A nova infraestrutura será utilizada para aplicações como automação, telemetria, monitoramento em tempo real e gestão integrada de veículos, maquinários, frentes de colheita e processos industriais.
Conectividade chega às operações agrícolas
O contrato de longo prazo permitirá que a CerradinhoBio utilize a infraestrutura para conectar equipamentos distribuídos por extensas áreas rurais.
A rede NB-IoT será direcionada principalmente a sensores fixos instalados em equipamentos, sistemas de irrigação e dispositivos de monitoramento ambiental.
Já o LTE-M será utilizado em aplicações móveis, como telemetria de frotas, tratores e colhedoras conectadas.
Segundo a companhia, a infraestrutura também deverá apoiar aplicações relacionadas à automação industrial e à utilização de inteligência artificial.
“A implementação da tecnologia visa aprimorar a conectividade e otimizar as operações. Também é uma evolução significativa na experiência de comunicação para nossos colaboradores”, afirma Humberto Rodrigues de Oliveira, gerente de Tecnologia da Informação da CerradinhoBio.
Projeto também amplia cobertura em áreas rurais
A infraestrutura não ficará restrita às unidades produtivas da companhia.
Segundo as empresas, a ampliação do sinal poderá beneficiar propriedades rurais, empresas, escolas e unidades de saúde localizadas no entorno das áreas atendidas.
O projeto contempla regiões próximas aos municípios de Chapadão do Céu, Aporé e Serranópolis, em Goiás, e Costa Rica, em Mato Grosso do Sul.
“Nas imediações das plantas não existem bairros próximos, porém agrega inúmeras propriedades rurais que passam agora a ter conexão, beneficiando todo o entorno das unidades”, afirma Oliveira.
IoT ganha espaço na digitalização do campo
Para a Vivo, a expansão da cobertura em regiões agrícolas cria a infraestrutura necessária para aumentar a utilização de tecnologias digitais no campo.
“Ao integrar redes como 4G, NB-IoT e LTE-M, estruturamos uma base que suporta desde sensores até máquinas conectadas, com impacto direto na eficiência e na gestão das operações”, afirma Adriano Pereira, diretor de IoT, Inovação e Big Data B2B da Vivo.
Segundo o executivo, a expansão da conectividade também permite que serviços digitais cheguem às comunidades localizadas ao redor das operações agrícolas.
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