<strong>Mês do Orgulho LGBTQIA+: Mais que amor, luta por representação</strong>
Um mês é pouco para conscientizar uma sociedade inteira sobre a importância de aceitar o outro como ele é, e as marcas estão dando passos lentos nessa direção.
13.06.2023

Estamos nos aproximando do final do Mês do Orgulho, o que significa que muitas empresas começam, em breve, a retirar os produtos com as cores do arco-íris e o símbolo de suas vitrines. O pinkwashing feito durante todo o mês de junho será esquecido. Mas, o que isso significa para a visibilidade da comunidade LGBTQIA+ (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, queer, intersexuais, assexuais e mais) na mídia durante o resto do ano? Independente da época, será que estamos no caminho certo?
Na maior parte da indústria de Marketing e Propaganda, o progresso da representação LGBTQIA+ com pessoas reais têm sido lento e, muitas vezes, unidimensional. Um dos primeiros anúncios LGBTQIA+ a aparecer na grande mídia surgiu há 29 anos nos Estados Unidos, em 1994, cortesia da empresa Ikea.
O título do anúncio era ‘Dining Room